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	<title>Basics - Planejamento e consultoria web 2.0</title>
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	<description>A Basics é uma empresa de e-business que trabalha com metodologia e é robusta em projetos de planejamento e consultoria web</description>
	<pubDate>Fri, 14 May 2010 21:16:39 +0000</pubDate>
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		<title>Como ter estratégia nas redes sociais?</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 21:14:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Consultoria e planejamento web]]></category>

		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

		<category><![CDATA[HSM Online]]></category>

		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<category><![CDATA[Valéria Jureidini]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrar ou não nas redes sociais? Os nativos digitais com certeza responderiam que sim. Já os mais “analógicos” e conservadores seriam mais ponderados em suas respostas.  Preocupadas em reforçar a marca e aumentar as receitas, as empresas de diversos segmentos fazem ginásticas para desenvolver estratégias que se apliquem as mídias sociais.
<b><i>(leia a matéria completa)</b></i>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrar ou não nas redes sociais? Os nativos digitais com certeza responderiam que sim. Já os mais “analógicos” e conservadores seriam mais ponderados em suas respostas.  Preocupadas em reforçar a marca e aumentar as receitas, as empresas de diversos segmentos fazem ginásticas para desenvolver estratégias que se apliquem as mídias sociais. Todas querem estar lá. Mas será mesmo estratégica a mesma fórmula para todos?</p>
<p>Adrian Slywotsky, especialista em estratégia, cita em vídeo que as estratégias de mercado mudaram para as empresas na Era Digital. Ele reforça que nem sempre quem detém o market share é quem tem mais lucratividade. Para ele três perguntas precisam ser respondidas: onde nós como fornecedores poderemos criar lucratividade em nosso setor? O que acontece com a forma que os clientes estão mudando, não somente em suas preferências, mas também no seu poder que redefine o espaço de oportunidades? Qual o design ou modelo de negócios da próxima geração que temos que construir para capturar e proteger a lucratividade?</p>
<p>Responder a estas perguntas antes de definir a estratégia de lucro é um bom começo, assim como fazer um levantamento completo do tipo de relação que a empresa tem com as mídias sociais. Rene de Paula, especialista em experiência do usuário da Microsoft Brasil e professor do I-Group, dá um alerta: “Talvez estar fora seja a melhor estratégia”.</p>
<p>A análise do especialista mostra que é preciso ter muita cautela para aderir as mídias. Ele aconselha: “Vamos respirar fundo, os problemas concretos ainda permanecem e os conceitos clássicos de estratégica continuam valendo. A <strong>Web 2.0</strong> trouxe a ideia de que tudo é muito fácil, o que faz as vezes a empresa partir para uma estratégia digital diferente da realidade da organização. Tem muita gente interessada nas mídias por medo e insegurança e também pela manipulação das opiniões. E isso não é estratégico”, ressalta de Paula.</p>
<p>A consultora <strong>Valéria Jureidini</strong>, da <strong>Basics</strong>, empresa de consultoria em mídias sociais, pontua que para uma estratégia dar certo é preciso envolver a alta gerência da companhia. “A principal estratégia nas redes sociais é ter o propósito alinhado a estratégia da empresa. Antes de mais nada, o objetivo para estar nas redes precisa obedecer aos interesses da companhia, além da estratégia estar tangenciada pelos negócios da empresa (por isso a importância da alta gerência). É preciso que a estratégia tenha continuidade e dimensionamento de tempo para dar resultado”, explica Valéria.</p>
<p><strong>Manter o bom nome na praça é estratégico</strong></p>
<p>Ter um bom nome no mercado dá trabalho. Muitas empresas sabem que são anos para cultivar o ‘bom nome na praça’. E todos já estão cansados de saber que basta uma mensagem negativa da empresa ser postada e a reputação de anos se desmancha em segundos. Especialistas indicam algumas fases anteriores a estratégia, como o mapeamento de redes e comunidades. “Primeiro identifique quem e o que estão falando de você. Depois procure integrar-se às mídias que são aderentes a proposta de comunicação da empresa e faça parte delas”, reforça de Paula, da Microsoft.</p>
<p>Já Valéria, da <strong>Basics</strong>, especialista em marketing e relacionamento digital, aposta na aproximação do consumidor para o processo criativo de produtos e serviços como uma das maneiras de ser estratégico. “A empresa pode, por exemplo, chamar alguns blogueiros específicos para participar da estratégia de mídia social e premiá-los. Isso nada mais é que voltar para o marketing “boca-a-boca” e fazer marketing junto ao formador de opinião. A estratégia neste caso passa a funcionar por meio da prestação de serviço e troca de informações”, salienta Valéria.</p>
<p>Prestar um bom serviço significa também reforçar a marca, um processo casado tanto no mundo offline quanto no online. A consultora da Basics pontua ainda que o relacionamento deve agregar valor, trazendo informações diferenciadas que proporcionem uma boa interação do cliente com a marca, seja num momento de criação ou de crise.</p>
<p>Um caso que todos devem se lembrar é o do Ovomaltine, que deixou de fabricar o achocolatado do tipo Suíço e recebeu pela rede muitas críticas. Várias mensagens circularam dizendo que o produto não seria mais comercializado, manchando a marca da empresa AB Brasil, fabricante do Ovomaltine.</p>
<p>Rapidamente e estrategicamente, o responsável pela marca na América Latina entrou em uma das comunidades de discussão e esclareceu a razão pela qual o produto tinha deixado de ser comercializado (baixo market share). Com isso, o executivo evitou mais ruídos negativos na comunicação e ainda recebeu elogios dos consumidores. Resolvida a crise, o executivo saiu da rede. “Fazer parte das mídias em apenas alguns momentos não deixa de ser uma estratégia. No caso da AB Brasil pode não ser estratégico criar uma comunidade ou um blog. Mas foi extremamente estratégico fazer parte de uma naquele momento de crise”, justifica Valéria.</p>
<p>Não importa a estratégia escolhida, o importante é saber onde a empresa está e onde ela quer chegar. Como em qualquer estratégia de mercado, as realizadas nas mídias digitais dependem muito mais de uma mente criativa do que de uma plataforma &#8220;mágica&#8221;. Boa sorte na sua empreitada digital e confira abaixo algumas dicas para trilhar o caminho das redes.</p>
<p><strong>10 dicas para fazer seu mapa estratégico</strong></p>
<p>Algumas estratégias têm demonstrado retorno na <strong>Web 2.0</strong>. Mas antes de sair testando, tome nota de alguns pontos que devem ser levados em conta e podem te ajudar no desenho do mapa de estratégias digitais.</p>
<p>1- Se a estratégia estiver voltada para gerar negócios, o Twitter tem demonstrado uma boa ferramenta com retorno para promoções específicas para quem está nesta rede social. Não se esqueça que promessa é dívida. Só ofereça aquilo que você poderá entregar. Na Web 2.0 a quantidade de pessoas atingidas por uma ação é totalmente imprevisível. O que pode ser bom ou ruim. Portanto, prepare sua infraestrutura para entregar e gerar acesso. Divulgue suas ações promocionais sempre com muito respeito e de maneira honesta.</p>
<p>2- Antes de lançar uma plataforma de mídia social, crie uma governança, estabelecendo em primeiro lugar o propósito do negócio. Defina em seguida a sua estrutura operacional, ou seja, defina os papéis de cada membro da equipe no projeto. Crie políticas e procedimentos desta operação de acordo com a lei vigente no país, assim como políticas de mediação, regras para envio de conteúdo e utilização pelo usuário.</p>
<p>3- Calcule o quanto você custa por hora. Cheque se passar horas no Twitter ou em outra plataforma está realmente dando resultados para o negócio.</p>
<p>4- Se você for se apresentar em nome da empresa cuidado com a maneira impessoal de se comunicar. Tanto a marca da empresa quanto a do profissional devem ser preservadas.</p>
<p>5- Estratégia para o diálogo não é via de mão única. Precisa ter interação. Uma plataforma somente informativa não gera relacionamento direto. Tenha a visão real sobre isso.</p>
<p>6- Confiança perdida na web é difícil de recuperar. Não seja leviano em suas ações.</p>
<p>7- Tenha sempre um plano B para situações de demandas adicionais, momentos de crise, perfis falsos em nome da empresa, provisionamento para o crescimento. Enfim, liste todos os cenários possíveis.</p>
<p>8- Veja como você balizará suas métricas e se realmente conhece as pessoas que fazem parte da sua rede. Onde você não tem garantia de quem está é melhor nem entrar.</p>
<p>9- Saiba o que fazer com a informação que vem para você, para não ser apenas mais uma enxurrada de mensagens para administrar no dia-a-dia.</p>
<p>10-  Cuidado para não ficar vivendo de moda. A internet não tem a tecla voltar. O que você fizer vai se replicar para o resto da eternidade. (Fonte: as dicas acima foram dadas pelos especialistas Valéria Jureidini e Rene de Paula)</p>
<p><strong>Katia Cecotosti, editora do portal HSM Online</strong></p>
<p>Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com/notas/56584-como-ter-estrategia-nas-redes" target="_blank">http://br.hsmglobal.com/notas/56584-como-ter-estrategia-nas-redes</a></p>
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		<title>Planejamento web, Portal Diadema</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 14:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cases]]></category>

		<category><![CDATA[Consultoria e planejamento web]]></category>

		<category><![CDATA[Metodologia Web Logical Chain]]></category>

		<category><![CDATA[Metodologia Web Logical]]></category>

		<category><![CDATA[planejamento web]]></category>

		<category><![CDATA[Portal web Diadema]]></category>

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		<description><![CDATA[Diadema, considerada pela ONU como prefeitura modelo na questão de segurança pública, contratou a Basics para planejar o novo Portal web da cidade.

Seguindo o modelo do governo da cidade, o projeto é diferenciado e inovador.

Acompanhe a entrevista com Pedro Henrique, jornalista da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Diadema, um dos responsáveis pelo projeto.
<b><i>(leia a entrevista completa)</b></i>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diadema, considerada pela ONU como prefeitura modelo na questão de segurança pública, contratou a Basics para planejar o novo Portal web da cidade.</p>
<p>Seguindo o modelo do governo da cidade, o projeto é diferenciado e inovador.</p>
<p>Acompanhe a entrevista com Pedro Henrique, jornalista da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Diadema, um dos responsáveis pelo projeto.</p>
<p><strong>1) Antes de tudo, gostaria que você falasse um pouco sobre a Prefeitura de Diadema. Nem todos sabem, mas é considerada, pela ONU, como prefeitura modelo, conte um pouco sobre essa história e sobre a PMD (Prefeitura Municipal de Diadema), por favor.<br />
Pedro Henrique:</strong> A Prefeitura de Diadema caracteriza-se como uma grande prestadora de serviços à população, nas mais diversas áreas. Busca, constantemente, qualificar os atendimentos e promover políticas públicas que assegurem o cumprimento dos direitos dos cidadãos, como acesso à saúde, educação, cultura, esporte, habitação, entre outros. É considerada pela ONU e outros organismos e instituições como prefeitura modelo por suas ações na área da segurança pública que, em oito anos, reduziram em 78,9% o número de homicídios na cidade.</p>
<p>Promove uma série de ações e programas referências em Educação, Saúde e Habitação. Por estes motivos, a cidade recebe a visita de delegações nacionais e internacionais para conhecer as políticas implementadas. Só em 2009 foram mais de 20 delegações.</p>
<p>Outra característica marcante é a participação popular. São mais de 23 conselhos municipais, Orçamento Participativo, conferências, fóruns e congressos. O envolvimento da população possibilitou inúmeras conquistas, como a vinda de um campus da Unifesp, a construção do Quarteirão da Saúde e a ampliação das vagas em creche.</p>
<p>A Prefeitura de Diadema, na gestão 2009 - 2012, implementou um Planejamento Estratégico de Governo com metas e objetivos concretos para serem alcançados durante este período. Um dos desafios é a modernização da gestão pública, com uma política clara de atendimento ao cidadão e interface de ferramentas que facilitem o acesso aos serviços municipais.</p>
<p>Pesquisa realizada em 2005, pelo Instituto Brasmarket, aponta que 89% dos moradores entrevistados não mudariam de Diadema, mesmo se pudessem. Foi o maior percentual das setes cidades do Grande ABCD.</p>
<p><strong>2) Explique também como tudo isso se une com o projeto de internet que está sendo  realizado.</strong><strong><br />
Pedro Henrique:</strong> A administração municipal trabalha com foco na prestação de serviços ao cidadão e na consolidação da participação popular como instrumento de avanço das políticas públicas existentes. Esta é uma característica já enraizada no município. Com a proposta de construção de um novo Portal para a Prefeitura, queremos levar esta filosofia de atuação para a internet. Oferecer serviços que auxiliem moradores, empresários, pesquisadores, turistas, enfim, os mais variados públicos a solucionar problemas e agilizar seu cotidiano. Mas não é só isso.</p>
<p>Nosso desejo é aproximar o internauta da Prefeitura e dos programas municipais existentes, garantindo maior interação e reforçando a participação popular. Mais que o Portal da Prefeitura, queremos construir o Portal Diadema, com olhar, opinião e envolvimento da comunidade.</p>
<p><strong>3) Qual era a demanda inicial da Prefeitura de Diadema? Como surgiu essa necessidade?</strong><strong><br />
Pedro Henrique: </strong>A demanda inicial sempre foi ter um Portal que trouxesse mais serviços e participação popular. Esta é uma tendência cada vez maior nos sites governamentais e pode ser comprovado por inúmeras pesquisas e estudos.</p>
<p>Só que a preocupação foi encontrar soluções que permitissem a ampliação na oferta de serviços e ferramentas de interação, aproveitando a estrutura já existente em Joomla. Queríamos fazer um projeto elaborado, com planejamento detalhado das etapas necessárias para uma boa implementação.</p>
<p>O prefeito Mário Reali, em reunião com a secretária de Comunicação, Denise Gorczeski, definiu que antes de fazer a portal, era essencial planejarmos que modelo queríamos trazer para a cidade, especialmente no ano em que completamos 50 anos de emancipação político-administrativa. A partir deste direcionamento, iniciamos o processo de especificação do projeto e elaboração do edital.</p>
<p><strong>4) Qual é a importância deste projeto para a PMD?</strong><strong><br />
Pedro Henrique:</strong> Este projeto tem uma extrema importância para a Prefeitura, pois trata-se de uma ação traçada dentro do Planejamento Estratégico de Governo para o período 2009-2012, bem como será mais uma ferramenta de comunicação e exercício da cidadania.</p>
<p>O morador poderá solicitar serviços, acompanhar o andamento das obras em seu bairro, votar em prioridades do Orçamento Participativo, mandar fotos e comentar matérias. Estamos muito otimistas com o resultado e creio que será bem aceito pela população.</p>
<p>O Portal da Prefeitura pretende levar para a internet o posicionamento adotado pela Prefeitura: Diadema, Cidade de todos nós. Uma cidade que trabalha, com a participação popular, para garantir a inclusão de todos e a garantia dos direitos. Atua para se consolidar como uma cidade saudável, com mais qualidade de vida. Uma cidade para se viver.</p>
<p><strong>5) O que a PMD esperava encontrar inicialmente nas empresas fornecedoras e como isso evoluiu para o Planejamento?</strong><strong><br />
Pedro Henrique:</strong> Com a determinação do governo em desenvolver um Portal diferenciado, começamos a procurar empresas para avaliar especificações e ferramentas para atingir tal objetivo. Nas conversas as propostas apontavam para a execução de um site interativo e com serviços, mas que não levava em consideração o perfil dos públicos envolvidos, a necessidade de ampliação do sistema no futuro ou a interligação com sistemas legados. Estava claro para nós a urgência em se contratar uma empresa que fizesse planejamento e execução do novo Portal.</p>
<p>Após a escolha da vencedora, a Basics, nossa intenção estava correta. Nas conversas preparatórias e nas reuniões em equipe pude notar o envolvimento e a qualificação dos profissionais em desenvolver nosso projeto. A metodologia favoreceu a definição dos públicos com maior clareza e o levantamento de conteúdos e estruturas necessárias. Isto está garantindo agilidade que precisávamos para o projeto, mas sem deixar de lado a documentação de todo processo desenhado.</p>
<p><strong>6) Como foi recebido esse Planejamento (Matriz Criativa)?</strong><strong><br />
Pedro Henrique: </strong>A proposta do planejamento, concretizada na Matriz Criativa, conseguiu reunir os anseios da Prefeitura de Diadema com as necessidades dos internautas. O resultado foi surpreendente. Foi visível que, sem o planejamento, dificilmente conseguiríamos reunir elementos e informações que pudessem envolver todos os públicos potenciais do Portal. A sistematização dos dados respeitou as intenções da administração municipal, mas também agregou novas ferramentas e tendências. A Basics conseguiu apresentar o que há de mais usual e moderno em termos de web 2.0, com jeito de site governamental, mas sem parecer burocrático. Era essa uma das prerrogativas: fazer um site gerido pela Prefeitura, mas que não tivesse uma &#8220;cara&#8221; de site carregado, puramente institucional. A  Matriz Criativa proposta cumpriu o que estava no edital e foi além. Estamos na fase de execução do novo Portal e temos a expectativa de que será uma excelente ferramenta à serviço da população de Diadema.</p>
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		<title>Case de planejamento e especificação IBGE</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 14:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Consultoria e planejamento web]]></category>

		<category><![CDATA[Metodologia Web Logical Chain]]></category>

		<category><![CDATA[IBGE]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre em busca de modernização e melhoria de toda a estrutura do IBGE, o Diretor-executivo Sérgio Cortês, criou o Programa de Melhoria da Qualidade Institucional. Uma das 7 demandas reconhecidas era modernizar o sistema informatizado da área administrativa.

Conversamos com o responsável por este projeto, José Guedes, para nos contar um pouco sobre esse caso.
<b><i>(leia a entrevista completa)</b></i>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre em busca de modernização e melhoria de toda a estrutura do IBGE, o Diretor-executivo Sérgio Cortês, criou o Programa de Melhoria da Qualidade Institucional. Uma das 7 demandas reconhecidas era modernizar o sistema informatizado da área administrativa.</p>
<p>Conversamos com o responsável por este projeto, José Guedes, para nos contar um pouco sobre esse caso.</p>
<p>Leia a entrevista sobre o case Basics – IBGE.</p>
<p><strong>1) Qual era a demanda inicial do IBGE? </strong><br />
<strong>José Guedes:</strong> A demanda estava relacionada ao projeto Sistema de Informações Administrativas (SIA). O objetivo do projeto é modernizar o principal sistema informatizado da área administrativa, denominado BDA – Banco de Dados Administrativo. Apesar do sistema atual oferecer diversas funcionalidades para as áreas administrativas, tais como, recursos humanos, materiais, orçamento e finanças, convivemos com muitos pedidos de melhorias. O sistema apresenta dois problemas principais: (i) a interface pouco amigável e (ii) as informações incompletas e/ou inconsistentes. Portanto, precisávamos de uma nova interface e também de uma reestruturação da base de dados.</p>
<p>Sobre o problema da interface, imaginamos a criação de um portal da Diretoria-Executiva (portal da administração), moderno, baseado nos conceitos da web 2.0, transformando o desktop do servidor do IBGE na sua plataforma de trabalho, oferecendo serviços básicos como agenda, controle de tarefas, rede social entre outros desejos. Entretanto, para construir este portal sabíamos da necessidade de uma estrutura sistêmica para dar suporte ao portal. Por exemplo, se queremos implementar o controle de acesso e customizar a apresentação do portal de acordo com o perfil do colaborador, então o portal precisa conhecer quem são os colaboradores, seus papéis na instituição e em qual unidade organizacional ele trabalha. Então percebemos que precisávamos especificar quatro módulos estruturantes, para formalizar os requisitos e bancos de dados fundamentais para o funcionamento do portal e de qualquer outro novo sistema da área administrativa. Os módulos estruturantes são: protocolo de registros administrativos, pessoas (dados pessoais e funcionais), unidades organizacionais e controle de acesso.</p>
<p>Desta maneira, a demanda inicial era a criação do portal da Diretoria-Executiva e a especificação dos quatro módulos estruturantes. A primeira fase do Projeto SIA.</p>
<p><strong>2) Como surgiu essa necessidade?<br />
José Guedes:</strong> O Diretor-Executivo, Dr. Sérgio Côrtes, está sempre em busca da modernização e melhoria da qualidade da gestão da instituição. Foi criado por ele o Programa de Melhoria da Qualidade Institucional, composto por 7 projetos: planejamento estratégico, gestão por processos, gestão por competência, indicadores, qualidade, desenvolvimento de lideranças e finalmente, o projeto sistema de informações administrativas (SIA), este último sob minha responsabilidade.</p>
<p><strong>3) Qual é a importância deste portal para o IBGE? </strong><br />
<strong>José Guedes: </strong>O portal vai mudar a maneira como os servidores da instituição se relacionam entre eles e com a própria Diretoria-Executiva. O portal vai disponibilizar recursos da web dentro do universo do IBGE. Acredito que o portal será uma referência para outros trabalhos similares em nossa instituição e também em outros órgãos governamentais.</p>
<p><strong>4) O projeto já rendeu algum tipo de resultado para o IBGE? </strong><br />
<strong>José Guedes:</strong> Ainda não. Não implementamos o portal e nem os módulos estruturantes. A previsão é colocar o portal no ar em maio de 2010.</p>
<p><strong>5) O que o IBGE esperava do trabalho de consultoria? </strong><br />
<strong>José Guedes:</strong> Criatividade! Tínhamos uma grande expectativa com relação a criação do portal, como ele seria. O resultado foi espetacular.</p>
<p>Esperávamos também que a consultoria captasse os desejos dos clientes da área administrativa para então planejar um portal aderente a eles.</p>
<p>Além disso, tínhamos a expectativa da consultoria entregar especificações consistentes dos módulos estruturantes.</p>
<p><strong>6) Como o IBGE descobriu e por que decidiu procurar a Basics? </strong><br />
<strong>José Guedes:</strong> Nós estávamos com uma demanda na época (em 2008) que era a criação de um portal de RH. Aí o Diretor-Executivo viu uma matéria em uma revista falando sobre as qualidades de um portal de RH da Ogilvy, desenvolvido pela Basics. Fizemos uma visita para conhecer este trabalho, foi o primeiro contato com a empresa. Por conta deste trabalho convidamos a Basics para participar da licitação, é uma empresa especializada em produtos voltados para intranet e/ou internet. Ela venceu o pregão eletrônico. E fez um trabalho de altíssima qualidade.</p>
<p><strong>7) Como foi o desenvolvimento da parceria de trabalho IBGE – Basics? </strong><br />
<strong>José Guedes: </strong>Fizemos uma licitação para construir um portal de RH, utilizando a ferramenta Joomla. A Basics foi agressiva e venceu o pregão eletrônico. O portal teve a participação dos melhores profissionais Joomla do país. O portal de RH desenvolvido para a Coordenação de RH do IBGE ficou muito bom e é largamente utilizado na instituição.</p>
<p>Após esse primeiro trabalho, nós convidamos a Basics para fazer um orçamento que ajudaria na formação do preço de referência de uma outra licitação, o planejamento do portal e especificação dos módulos estruturantes do SIA. Esta licitação também foi vencida pela Basics.</p>
<p>Foram alguns meses de trabalho envolvendo uma equipe multidisciplinar com os melhores profissionais de cada área. Trabalhar com a Basics é assim, ela contrata as maiores autoridades daquele assunto, sempre preocupada com a qualidade. O resultado foi um projeto de especificação maravilhoso, muito elogiado por todas as empresas que participaram da licitação da implementação deste portal. Acho que até que a briga para vencer esta licitação ficou mais acirrada por conta do interesse das empresas participantes em implementar um portal que certamente vai trazer impactos positivos no dia a dia dos servidores do IBGE.</p>
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		<item>
		<title>Município 2.0</title>
		<link>http://www.basics.com.br/municipio-20/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 14:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Norberto A. Torres</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[O conceito de Município 2.0 é uma abordagem aplicada à administração pública que contemple tanto os fundamentos da Web 2.0 como as novas tecnologias de gestão descritas neste documento.
<b><i>(continue lendo este artigo)</b></i>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de Município 2.0 é uma abordagem aplicada à administração pública que contemple tanto os fundamentos da Web 2.0 como as novas tecnologias de gestão descritas neste documento, permitindo uma administração operacional integrada e automática, onde tudo é comandado por processos, processos são definidos e controlados pelos usuários e processos se integram uns aos outros.</p>
<p>O município 2.0 já não tem mais as antigas fronteiras organizacionais, não depende mais de infra-estrutura de TI e tecnologias proprietárias, e baseia-se numa plataforma virtual (web) onde o exercício administrativo pode ser operado com a interação completa entre seus agentes, processos, estratégia e performance.</p>
<p>A abrangência, impacto e verdadeira revolução que esta abordagem causa, efetivamente, no funcionamento e conseqüentes resultados do setor público, baseiam-se na imensa flexibilidade de sua arquitetura, trazendo possibilidades inéditas no exercício do governo, como:</p>
<p>- interagir com todos e cada elemento das cadeias de valor envolvidas nos processos de governo em tempo real, dentro e fora da organização</p>
<p>- receber dados, indicadores, cálculos e diagnósticos em tempo real que oferecem um verdadeiro “termômetro” em performance administrativa, monitorar os processos e operações simultâneas que envolvam servidores públicos, fornecedores, cidadãos, instituições privadas, terceiro setor e outras instituições públicas e, desta maneira, abrir um campo de visão e compreensão universal da gestão que capacite cada vez mais o gestor na tomada de decisões</p>
<p>- a abordagem Município 2.0 abrange sistemas integrados em tempo real, construídos de forma flexível, suportados por componentes elementares comandados por novas tecnologias de “orquestração” de processos, que constituem a melhor forma para obter efetivamente a automação operacional e administrativa, com aumento da agilidade e redução de custos, devido à entrega de informações consistentes que sua abordagem possibilita</p>
<p>- melhorar a gestão dos recursos públicos e aumentar a eficiência operacional</p>
<p>- criar e multiplicar canais de acesso práticos e de baixo custo para o cidadão opinar, participar das discussões públicas, do planejamento, consultar contas, dispor de serviços e utilidades públicas, dispor de um ambiente prático e acessível para se relacionar com o governo, aumentando a credibilidade deste junto ao cidadão, e conseqüentemente possibilitá-lo de rever constantemente o papel e os resultados da administração junto ao seu alvo essencial: o indivíduo social</p>
<p>- aumentar o refinamento no atendimento ao cidadão, dispondo de ferramentas para o usuário decidir como personalizar seu acesso aos serviços e informações no portal municipal, atendendo da maneira mais prática e peculiar às suas necessidades</p>
<p>- melhorar a gestão do cumprimento da legislação</p>
<p>- melhorar sistemas de gerenciamento de obras, contratos e recursos</p>
<p>- melhorar o acesso à informação e os sistemas de fiscalização</p>
<p>- aumentar a arrecadação com mecanismos de gerenciamento mais precisos, de maior alcance e menores custos</p>
<p>- melhorar a interação com outros órgãos de governo, governos de outras esferas</p>
<p>- melhorar a interação com outros setores da sociedade, com a iniciativa privada</p>
<p>- aumentar a democratização, permitindo à população agregar conhecimentos e informações relevantes à sociedade por meio do portal municipal que possam ser de real utilidade pública, ou até de utilidade à gestão, pelo fato de prover uma coleta de dados abrangente, oriunda de condições e conhecimentos distintos e peculiares, e em alguns casos até mesmo complementar as ações públicas nos serviços e pesquisas dispostas pelo governo, o que ajuda a enriquecer os benefícios iniciais dos mesmos</p>
<p>O município 2.0 remete à operações em tempo real, onde processos ocorrem na medida em que os estímulos os provocam. Em outras palavras, numa organização integrada em automatismo, com sistemas incorporando regras de gestão e políticas operacionais de forma flexível, o que se tem é uma estrutura muito mais ágil, leve e de baixo custo, capaz de responder rapidamente aos estímulos externos, recebendo e entregando informação consistente, que possibilitam o prosseguimento eficaz de um plano de gestão.</p>
<p><strong>Este artigo foi escrito por Norberto A. Torres, para o portal I-Gov.</strong></p>
<p><a href="http://www.igov.com.br/mailing/2009/ti_gov/05/" target="_blank">Leia o texto completo.</a></p>
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		<title>Acessa São Paulo, inclusão digital de verdade</title>
		<link>http://www.basics.com.br/acessa-sao-paulo-inclusao-digital-de-verdade/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 14:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagodacal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<category><![CDATA[Acessa São Paulo]]></category>

		<category><![CDATA[Inclusão digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheci recentemente o programa Acessa São Paulo. A primeira visita foi obrigatória. Tive minha carteira de motorista roubada em junho e fui fazer a segunda via no Poupatempo. Ao ser atendido descobri que precisava do B.E.O. (Boletim Eletrônico de Ocorrência) que eu tinha guardado em meu e-mail. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheci recentemente o programa Acessa São Paulo. A primeira visita foi obrigatória. Tive minha carteira de motorista roubada em junho e fui fazer a segunda via no Poupatempo. Ao ser atendido descobri que precisava do B.E.O. (Boletim Eletrônico de Ocorrência) que eu tinha guardado em meu e-mail. Fui orientado pela funcionária que podia ir ao espaço do Acessa São Paulo dentro das instalações do Poupatempo. Este foi o meu primeiro contato com o serviço.</p>
<p>Sai satisfeito com o que vivenciei. Sem o Acessa São Paulo eu teria perdido a viagem. E como alguns dizem que a primeira impressão é a que fica, eu já olhei o programa com bons olhos.</p>
<p>Passaram-se alguns dias e eu tive a missão de conhecer mais sobre o projeto. Visitei dois dos principais postos e obtive informações ainda mais interessantes, mas, antes de contar sobre elas, tentarei mostrar a importância da execução desse programa.</p>
<p>Segundo números do IAB Brasil, a classe C da população é a que mais cresce em número de usuários web. De 2008 para 2009 o número de pessoas que acessam a internet aumentou em 6%, contra 4% das classes AB e DE. Aliás, 25% das pessoas da classe dos menos favorecidos já estão na internet, contra 39% da Classe C e 80% das Classes AB.</p>
<p>Até 2007 a Classe C possuía 33% de penetração na web e a Classe DE apenas 15%.</p>
<p>Esse avanço já causa algumas mudanças na web brasileira. O público consumidor, além de aumentar, é diferente do que já existia, e isso exige replanejamento da atuação das empresas na internet. Cada companhia precisa se preocupar com a sua mudança. Com certeza se avaliarmos as visitas em nossos sites hoje, elas são bastante diferentes do que eram em 2007, seja qual for o seu negócio.</p>
<p>É grande a importância de que, cada vez mais, a população das classes mais baixas acesse a internet. Aumenta o volume de consumidores, gera maior movimentação de capital, mais vendas de produtos, maior produção e mais empregos.</p>
<p>Porém, para que tudo isso aconteça de maneira mais rápida, segura e eficiente, os novos usuários da web precisam da inclusão digital, que, como bem defende o Acessa São Paulo, é muito mais que isso, é, também, inclusão social, afinal, cada vez mais, quem não navega na internet é um excluído socialmente.</p>
<p>O programa do Governo do Estado de São Paulo ganha minha admiração e respeito exatamente pela forma que trabalha. Além de disponibilizar computadores em pontos estratégicos do estado, ainda realiza oficinas e cursos gratuitos para que a população tenha apoio nesse início de vida informatizada. Chama ainda mais a atenção quando descobre-se que alguns dos monitores do programa são ex-excluídos digitais e sociais.</p>
<p>Muitos dos funcionários que prestam seus serviços no auxilio básico dos usuários prestavam trabalhos como diaristas, faxineiros, entre outras profissões que não necessitam usar computador ou internet.</p>
<p>É a inclusão digital na raiz.</p>
<p>É excluído aprendendo e ensinando excluído.</p>
<p>Os cursos, por vezes ministrados por usuários um pouco mais avançados do Acessa, são sucesso. Qualquer pessoa pode montar o seu curso, levá-lo à um posto de atendimento e conversar com o responsável para apresentar a ideia. Em uma das minhas visitas ocorria um curso de Word. Todos os computadores da sala estavam ocupados e todos os alunos eram pessoas de terceira idade.</p>
<p>Em alguns postos existem moradores de rua usando o Acessa. Inclusive mexendo em seus perfis fakes no Orkut.</p>
<p>Grande parte dos usuários usa os postos como seus escritórios, tanto que já existe Acessa São Paulo com salas exclusivas para quem vai usar o computador para trabalhar.</p>
<p>São mais de 1.700.000 cadastrados. Desde pessoas que usam computador desde a adolescência, como eu, até funcionários de uma fazenda de cana-de-açúcar no interiorzão do estado.</p>
<p>Com tudo isso, fica fácil que qualquer cidadão um pouco bem informado aprove esta iniciativa. Porém, mais do que isso, é evidente o interesse da população por essa inclusão digital. Apenas o número de quase 2 milhões de cadastros no programa indica forte atração dos excluídos por aprendizado, crescimento e, principalmente, a inclusão social, muito mais do que a digital. Cerca de 86% dos 1.740.000 cadastrados possui perfil no Orkut.</p>
<p>Os números do Acessa São Paulo dão ótimos indícios para o Governo Federal, Estadual e Municipal e, principalmente, para as empresas privadas que se dizem preocupadas com ações sociais, de qual o caminho a ser seguido.</p>
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		<title>Rede social oferece relacionamento de pessoas com marcas favoritas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 21:10:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<category><![CDATA[Drimio]]></category>

		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe aquela história de que quando alguém compra um carro de determinado fabricante, não muda nunca mais? Ou é tão fã de Apple que quer ler qualquer notícia sobre a empresa de Steve Jobs? Foi pensando nesse relacionamento quase afetivo que um grupo de executivos de Joinville (SC) criou a Drimio.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aquela história de que quando alguém compra um carro de determinado fabricante, não muda nunca mais? Ou é tão fã de Apple que quer ler qualquer notícia sobre a empresa de Steve Jobs? Compra roupa sempre da mesma grife e não abre mão de determinado perfume?</p>
<p>Foi pensando nesse relacionamento quase afetivo que temos com determinadas empresas, produtos e serviços que um grupo de executivos de Joinville (SC) criou a <a href="http://www.drimio.com/" target="_blank">Drimio</a>, uma rede social entre pessoas e marcas.</p>
<p>Ao se cadastrar, o usuário já pode se vincular às mais de 50 mil marcas que estão disponíveis na rede. Por exemplo, nesta quarta-feira (1/7), as mais movimentadas eram Apple, Google, Coca-Cola, Twitter, Adidas, Nokia, Nike, Firefox, e a cidade de Joinville - além das consideradas “comerciais”, o Drimio considera universidades, times de futebol, bandas e todas as cidades brasileiras.</p>
<p>Diferente de outras redes sociais nas quais as empresas oferecem conteúdo para alimentar o “perfil” corporativo, no Drimio são os próprios usuários quem enviam notícias interessantes, links relacionados, postam vídeos, imagens e recomendam blogs.</p>
<p>É possível, inclusive, entrar no perfil de outro usuário e verificar qual é o grau de afinidade entre vocês. O próprio site faz o cálculo da porcentagem, baseado em quantas marcas ambos os perfis têm vínculos em comum.</p>
<p>“Nosso objetivo é fazer com que o Drimio vire um lugar que centralize todo o conteúdo que está espalhado por aí”, declarou o idealizador da rede social, Salomão Casas. “Entre as informações centralizadas podem estar notícias - é possível assinar os feeds para receber as notícias via RSS -, links das comunidades daquela marca no Orkut ou o link do perfil oficial no Twitter, por exemplo”, completou o executivo.</p>
<p>O modelo de negócios do site é baseado na oferta de serviços que as empresas podem contratar para se relacionar com os usuários vinculados às suas marcas. Um exemplo seriam pesquisas do tipo enquete, cobradas conforme a frequência que a companhia quiser realizar.</p>
<p>Outra opção de serviços, aponta Casas, seria a possibilidade de a marca possuir um representante oficial na rede social. Ele não seria um moderador, pois são os próprios usuários quem oferecem os conteúdos e têm o direito de denunciar algum material impróprio. “Mas o representante pode interagir com os demais usuários, de forma que todos na rede saibam que aquela pessoa é uma representante da empresa e que o conteúdo postado por ele é oficial”, explicou.</p>
<p>O executivo aponta como principal vantagem de uma rede social na qual as pessoas se relacionam entre si em torno de suas marcas favoritas o fato de oferecer um perfil do comportamento dos consumidores. “Hoje não dá mais para ficar apenas no perfil demográfico. Não basta saber que meu consumidor tem 30 anos e é da classe média”, afirmou Casas. &#8220;Se ele é vinculado à Timberland ao seu perfil, já sei que o usuário gosta de esportes, aventura, e eu posso relacionar isso com as demais preferências dele”, concluiu.</p>
<p><strong>Evelin Ribeiro</strong> no <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/07/01/rede-social-oferece-relacionamento-de-pessoas-com-marcas-favoritas/" target="_blank"><strong>Digital Age 2.0</strong></a>.</p>
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		<title>Promoção 2.0, um desafio aos marketeiros</title>
		<link>http://www.basics.com.br/promocao-20-um-desafio-aos-marketeiros/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 20:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valeriajureidini</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cases]]></category>

		<category><![CDATA[Consultoria e planejamento web]]></category>

		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>

		<category><![CDATA[BestShopTV.com]]></category>

		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Com uma campanha diferente e bastante ousada, a BestShopTV.com chacoalhou as estruturas do Twitter no último mês, bem como colocou em discussão as regras e boas práticas das marcas junto às redes sociais.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>BestShopTV.com</strong> chacoalhou as estruturas do <strong>Twitter </strong>no último mês, bem como colocou em discussão as regras e boas práticas das marcas junto às redes sociais.</p>
<p><strong>O objetivo</strong><br />
É certo que aos olhos de alguns profissionais de marketing do mercado que puderam acompanhar, parecia uma aventura perigosa. Para a <strong>BestShopTV.com</strong>, o fundamento estava em desbravar o desconhecido e inaugurar uma nova forma de fazer marketing, interagindo com uma das maiores redes sociais em movimento no Brasil.</p>
<p>Hoje, arrisco a dizer que quem não viu e ouviu falar perdeu um dos maiores agitos em redes sociais dos últimos tempos. A <strong>Basics </strong>(empresa onde atuo) acompanhou muito proximamente a ação, parecia que estávamos escutando as vozes dos usuários em 140 caracteres: Os gritos esbravejados, as risadas, tropeços, as vitórias, os deboches, as opiniões, os virais. Um verdadeiro e maravilhoso ambiente de rede social em manifesto, como se fosse a platéia de uma tourada ouriçada pela vitória do toureiro e a morte do animal desbravado. Somente quem ama a internet pôde vibrar com tanto entusiasmo.</p>
<p><strong>Como surgiu a idéia</strong><br />
Tudo começou quando a <strong>BestShopTV.com</strong> aproveitou a oportunidade deixada no incidente da FNAC e lançou a promoção “<strong>Caçadores da Oferta Perdida</strong>”. A promoção foi divulgada em apenas uma madrugada, meio “low profile”, ou seja, com pouca divulgação externa e posts no <strong>Twitter</strong>, o local escolhido para dar dicas de onde encontrar os produtos no site.</p>
<p>O pessoal do <strong>Twitter </strong>comentou a promoção e aproveitando mais esta “deixa”, a <strong>BestShopTV.com</strong> resolveu reunir <em>followers </em>em torno de si, que naquela altura do campeonato eram apenas 40 deles.</p>
<p><strong>O desafio</strong><br />
Foi então sugerido aos <em>followers </em>o desafio colocado pelo gerente de marketing da empresa que dizia: “<em>Se nos tornarmos 1.000 até hoje à noite, a promoção caçadores da oferta perdida continua com TVs a 20% de seu preço de mercado</em>”.</p>
<p>E assim aconteceu! Mais de 1.000 <em>followers </em>se reuniram e, em menos de 6 horas, a promoção começou. A força do <strong>Twitter </strong>fez o site cair (assim como acontece com o próprio <strong>Twitter</strong>, neste caso, constantemente). Infelizmente por um lado, mas fantástico do outro. A <strong>BestShopTV.com</strong>, não desistiu, adiou a promoção por 1 dia, reuniu toda a sua equipe de tecnologia e em apenas algumas horas, multiplicou por 5 a capacidade de sua infra-estrutura.</p>
<p>Voltou no dia seguinte com o mesmo desafio, agradecendo a confiança do Twitter e surpreendendo com uma ação de responsabilidade social atrelada ao conceito como um todo, “A união faz a força” - A forma do Twitter e a doação com a compra.</p>
<p>Neste ínterim, não cessaram nem por um momento as discussões nas redes sociais e na imprensa sobre a efetividade da promoção, alguns ânimos se alteraram, enquanto outros se mostravam seduzidos pelo desafio, como em todo meio democrático.</p>
<p>Continuando, os <em>followers </em>não paravam de subir. A força viral da promoção foi tão efetiva que em apenas um dia cresceu mais de 100%. Eram quase 2000 pessoas reunidas (quase 5000% em relação a dois dias anteriores), minutos antes de iniciar a promoção. Algo que somente marketeiros que se arriscam em suas empreitadas têm a chance de experimentar.</p>
<p><strong>O marketeiro 2.0</strong><br />
E foi exatamente o que ocorreu com a <strong>BestShopTV.com</strong>. Encorajado pelo próprio instinto de inovação, o gerente de marketing da empresa passou 5 noites sem dormir. Planejou e replanejou a ação a cada minuto, revezando entre as respostas e estímulos no Twitter, entrevistas a imprensa e blogs, estímulo à equipe do projeto, investimentos no ambiente de tecnologia, tratativas com fornecedores e sua área de compras, consulta a área jurídica para fazer de forma legal, e ainda tolerando frustrações e cantando vitórias. Enfim, orquestrando possibilidades e fazendo algo inusitado acontecer.</p>
<p><strong>E o Resultado? </strong><br />
Bom, o mesmo número de <em>followers </em>do ápice da campanha em torno da marca até hoje! Eles continuam lá! Todos que conseguiram comprar se manifestaram no próprio <strong>Twitter</strong>. Alguns dizendo que já receberam o produto e satisfeitíssimos chegaram a publicar até a foto da TV! Outros pedindo mais promoções! E ainda outros não dizendo nada, mas na expectativa de que algo bombástico ainda poderia surgir do outro lado do tubo.</p>
<p>Resumindo, o maior de todos os resultados foi o aprendizado. O segundo, foi o <em>buzz </em>gerado, muitos que não conheciam a <strong>BestShopTV.com</strong> passaram a conhecer. O número de acesso ao site cresceu mais de 1.300% em 2 dias. A <strong>BestShopTV.com</strong>, de fato não fez investimento em nada! Produziu e fez tudo sozinha, apenas com o apoio encorajador de uma consultoria.</p>
<p>E como não poderia deixar de ser, as vendas subiram. Quem não comprou a TV, comprou outra coisa, indicou para outros que acharam uma nova opção de compra on-line. <strong>A BestShopTV.com</strong> entrou para o mapa.</p>
<p>Algumas dicas de como planejar ações em <strong>redes sociais</strong>:<br />
Se você quer tentar, então seguem algumas dicas para os marqueteiros que querem fazer promoção 2.0:</p>
<p>1.    Defina os objetivos. Exemplo: Expor a marca e estabelecer uma forma de se relacionar com um determinado grupo.<br />
2.    Entenda as redes que você pretende trabalhar. Veja qual o perfil e o que as torna agitadas.<br />
3.    Dependendo do perfil da rede, crie algo que seja polêmico, ou ainda, se preferir, ofereça um desafio. Competição vai de encontro com a vontade que os usuários de rede têm de se expressar e de se mostrar.<br />
4.    Crie um benefício vantajoso.<br />
5.    Defina seu posicionamento. O formato que você quer se relacionar com a rede. Você pode escolher um posicionamento para cada tipo de rede<br />
6.    Planeje a ação. Não ignore os riscos<br />
7.    Não delegue somente à sua agência. Você precisa ser o protagonista da criação, da execução e dos resultados. A credibilidade está em suas mãos.<br />
8.    Envolva a sua empresa inteira – ganhe cúmplices e apoiadores.<br />
9.    Saiba se o que você está fazendo vai de encontro com a lei do consumidor<br />
10.     Não queira levar os mesmos tipos de promoção que você faz <em>off-line</em> para as redes. Tende a não ter o mesmo impacto.<br />
11.     Planeje algo diferente do que seus concorrentes já fazem.<br />
12.     Esteja on-line durante todo o tempo acompanhando os movimentos, 24 horas se necessário. Consiga que seus apoiadores também estejam. Crie uma estrutura forte de <em>BackOffice </em>para reverter alguma situação adversa se necessário.<br />
13.     Dê suporte aos usuários. Esteja sempre pronto a dar informações e esclarecimentos necessários. Seja verdadeiro nas respostas, haja o que houver.<br />
14.     Não se assuste a toa. Esteja no comando do que se refere ao seu negócio. Deixe que os usuários participem abertamente. Não restrinja esta participação. Apenas comande.<br />
15.     Acompanhe os resultados numéricos – navegação / conversão / afiliação.<br />
16.     Mantenha seu posicionamento firmemente, independente do resultado e das críticas.<br />
17.     Dê continuidade às ações. Seja coerente nas próximas promoções, siga o posicionamento escolhido.<br />
18.     Não se atenha apenas às críticas. Uma rede social é polêmica e, portanto tem as duas opiniões rolando. Existem pessoas que querem manter este relacionamento com você. Elas continuarão te seguindo, te anexando, etc.<br />
19.     Contribua você também com mais dicas. Comente aqui e faça crescer esta lista!</p>
<p><strong>E mais&#8230; Para refletir&#8230;</strong><br />
•    Não faça mais do mesmo. Deixe de ser convencional. Mude, seja notícia você também, entre para a história (é assim que todos entraram). Altere visões e paradigmas.</p>
<p>•    Não espere apenas pelas idéias comuns de seus agentes, prontos para redimi-lo de qualquer possível fracasso (tipo mais um concurso cultural).</p>
<p>•    Abandone a ditadura das boas práticas sem precedentes, arregace as mangas, junte-se aos seus <em>stakeholders</em>, fornecedores, junte-se aos possíveis clientes, aceite todas as críticas, debata o que é construtivo, entenda até onde pode chegar e ofereça algo que ninguém ali já tenha visto. Por fim, colha resultados, tanto como profissional, como colaborador que precisa cumprir metas.</p>
<p>•    Se arrisque mais. Não tenha medo de repercussões negativas, elas podem ser muitas, ou não. Afinal de contas a mídia é social. Não há controle dela a não ser que você faça apenas algo <em>low profile</em>. As repercussões no caso da <strong>BestShopTV.com </strong>não tiveram vida longa e sabe por quê? Porque a polêmica, apesar de ser válida, ainda é vazia. Moral e ética em torno deste assunto não estão totalmente formadas e na verdade ninguém sabe qual é o certo absoluto, e tomara que ela nunca exista!</p>
<p>A regra de agora certamente não será a mesma que daqui a 10 segundos. Todos estão tentando entender como ganhar dinheiro e explorar oportunidades nas <strong>mídias sociais</strong>.</p>
<p>Por fim, convide suas agências a desafiar este mundo e a fazer parte dele com você. Não há regras! Faça a sua! Inspire-se em quem já fez diferente.</p>
<p>Siga o <strong>BestShopTV.com</strong> no <strong>Twitter</strong>. Aguarde o Gerente de marketing 2.0 entrar em ação novamente. Aprenda e quem sabe você fará parte deste time um dia. <em>Keep Moving</em>! O jogo só começou. Pense nisto!</p>
<p><a href="http://www.basics.com.br/e-commerce-brasileiro-ousando-e-aprendendo/" target="_blank">Leia um manifesto de Edson Dacal sobre a atuação das empresas nas <strong>redes sociais</strong>, usando como gancho especialmente este caso <strong>BestShopTV.com</strong></a>.</p>
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		<title>E-commerce brasileiro: um breve panorama</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 20:52:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Jureidini</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de a crise financeira mundial ter impactado negativamente a economia brasileira no segundo semestre de 2.008, os números do e-commerce continuaram a dar sinais de vigor: cresceu 13% em relação à 2.007. Para 2009, espera-se que pelo menos mais 4 milhões de internautas deixem de lado seu hábito de apenas consultar preços nas lojas virtuais e passem efetivamente a comprar.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de a crise financeira mundial ter impactado negativamente a economia brasileira no segundo semestre de 2008, os números do <em><strong>e-commerce</strong></em> continuaram a dar sinais de vigor: cresceu 13% em relação à 2007, segundo a última edição da pesquisa de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro divulgada pela <strong>FGV</strong>. Aproximadamente treze milhões de pessoas físicas gastaram U$ 53 bi. E em 2009 espera-se que pelo menos mais 4 milhões de internautas deixem de lado seu hábito de apenas consultar preços nas lojas virtuais e passem efetivamente a comprar.</p>
<p>Diversos fatores influenciarão o crescimento do <strong><em>e-commerce</em> brasileiro</strong> previsto para os próximos anos. São fatores mercadológicos, tecnológicos e comportamentais.</p>
<p>Os fatores mercadológicos incluem um acirramento na disputa por mercado, o que deve acarretar em promoções customizadas e facilidades de crédito. O destaque poderá ficar com as Casas Bahia, maior varejista e anunciante do País e o possível ingresso do Carrefour, o último grande player ausente.</p>
<p>Algumas novidades tecnológicas e o incremento de tecnologias ainda subutilizadas também deverão ajudar. O aumento do uso por parte das empresas de ferramentas de <strong><em>business intelligence </em></strong>e novas ferramentas de pagamento para a plataforma <em>mobile </em>são algumas delas. Baseadas na experiência do internauta, intensificarão as evoluções na usabilidade desses portais com a possível ajuda de tecnologias como Ajax e, principalmente, o <strong>RIA</strong> (<strong><em>Rich Internet Application</em></strong>). Alguns desses portais darão seus primeiros passos em direção à web semântica, a 3.0, facilitando a busca do e-consumidor por produtos e informações. Mas as maiores novidades ainda deverão ficar por conta do grande aumento no uso das ferramentas sociais. A Forrester Research, Inc. elenca 7 delas como as mais usadas, que são: <em>widgets</em>, <em>podcasting</em>, <em>mashups</em>, <em>wikis</em>, blogs, RSS e redes sociais.</p>
<p>Aliás, como fator comportamental, são as ferramentas de web 2.0 que deverão causar maior impacto. Boa parte dos consumidores <em>on-line</em> já são bem maduros no uso desse tipo de ferramenta e as usarão com ainda mais freqüência, influenciando o desenvolvimento de novas tecnologias, novos produtos e serviços.</p>
<p>A web social, que oferece maior poder de influência, é hoje fator decisivo para muitos internautas na hora de escolher seus produtos, pois muitos se baseiam na experiência compartilhada de produtos feita por outros usuários.</p>
<p>Espera-se que a presença crescente de usuários nas redes sociais leve o e-commerce a ser ubíquo, espalhando lojas por diversos pontos digitais, principalmente através de widgets que são facilmente acoplados em blogs e redes sociais.</p>
<p>E aqui residem grandes oportunidades para empresas aperfeiçoarem a experiência de uso em canais de auto-serviço, criarem estratégias de <em>branding</em>, relacionamento, afiliação e fidelização, fortalecendo assim o principal pilar do <em><strong>e-commerce</strong></em>, a credibilidade.</p>
<p>Já o <strong><em>B2B </em></strong>on-line, o comércio eletrônico feito entre pessoas jurídicas, movimentou um volume bem maior. Só em 2.008 aproximadamente U$ 140 bilhões foram transacionados através de sistemas proprietários de compras das empresas, chamados de <strong><em>e-procurements</em></strong>, através de sistemas de vendas destas, os e-sales, e também através do <em>e-marketplaces</em>.</p>
<p>E apesar dos sistemas de <em>e-procurement</em> e <em>e-sales</em> responderem por 85% deste montante e trazerem inúmeros benefícios, tais como forte redução de custos operacionais, melhor gestão executiva do processo de compra, mais informações sobre potencial e desempenho  de clientes e fornecedores, melhores resultados em cotações, e ainda estarem presentes em quase a totalidade das grandes empresas do País, ainda apresentam um enorme potencial de crescimento de uso pois cerca de 80% da cadeia de valor das grandes empresas é composta por micro, pequenas e médias empresas, que ainda encontram-se em processo de evolução da maturidade em <em>e-business</em>. As trinta maiores companhias usuárias desse tipo de <em>B2B on-line</em> respondem por cerca de 85% deste volume.</p>
<p>Os <em>marketplaces </em>eletrônicos, portais independentes para transações <em>B2B</em>, responsáveis pelos 15% restantes desse mercado, vem apresentando índices de crescimento ligeiramente maiores aos dos mercados privados. Nesses ambientes é comum pequenas e médias empresas fazerem compras conjuntas para obterem vantagens financeiras.</p>
<p>O <em>e-commerce</em> de intangíveis, ou de serviços, que fora inaugurado no País com a venda de planos de telefonia móvel, vem ganhando mercado tanto no <em>B2B </em>quanto no <strong><em>B2C</em></strong>. Dentre os fatores que impactam esse crescimento pode-se destacar melhoria da usabilidade e, conseqüentemente, da experiência do usuário até novidades tecnológicas, como o advento do <strong><em>SaaS </em></strong>(software como serviço).</p>
<p>Hoje usado principalmente por empresas de tecnologia, o <strong><em>SaaS </em></strong>deverá ganhar bastante mercado nos próximos anos, segundo o Gartner. Afirmam que este terá crescimento de aproximadamente 100% ao ano até 2012. As 60 empresas de tecnologia que apresentam maior índice de crescimento no mundo estão direcionando todo seu esforço de desenvolvimento e inovação para esta modalidade. Dentre os principais benefícios da adoção do <em>SaaS </em>podemos destacar a redução de custos, já que não há necessidade de aquisição de <em>hardwares</em>, a flexibilidade na cobrança de assinatura sendo que quase sempre não há cobrança adicional pelo <em>upgrade </em>do sistema; a agilidade na implantação, pois o <em>software </em>está pronto para o uso no servidor do fornecedor e a acessibilidade, pois como é web, pode ser acessado de qualquer lugar do mundo; a parametrização, que oferece ao usuário a possibilidade de adequar o sistema ao seu modelo de negócios e de processos; o auto-atendimento que gera agilidade em resolução de problemas e redução na curva de aprendizagem; a utilização de <em>dashboards </em>que trazem informações de <strong><em>business intelligence</em></strong> e a possibilidade da sua utilização em múltiplos <em>devices</em>, como <em>smartphones</em>.</p>
<p>E quem está feliz com essa história toda é o e-consumidor. Em abril, 86,3% deles, segundo o Índice de Confiança do e-Consumidor medido pelo e-Bit / Câmara e.net, se disseram satisfeitos com suas compras <em>on-line</em>. Portanto, com crise e tudo, 2009 certamente será mais um ano de comemoração para o <em>e-commerce</em> tupiniquim.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Case Indica - Planejamento de Startup</title>
		<link>http://www.basics.com.br/case-indica-planejamento-de-startup/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 20:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianadacal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cases]]></category>

		<category><![CDATA[Consultoria e planejamento web]]></category>

		<category><![CDATA[Metodologia Web Logical Chain]]></category>

		<category><![CDATA[Indica]]></category>

		<category><![CDATA[planejamento TI]]></category>

		<category><![CDATA[planejamento web]]></category>

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		<description><![CDATA[O Indica é um canal on-line que pretende estimular, organizar e moderar o recrutamento de profissionais no mercado. Pode ser considerado como uma ferramenta que possibilita a criação (e movimentação) de uma rede social com objetivos claros.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tipo de Serviços realizados </strong><br />
<strong>Planejamento de Internet</strong> e de TI</p>
<p><strong>Cliente</strong><br />
O projeto <strong>Indica </strong>foi criado por um grupo de 3 sócios. Após conversar com diversas pessoas, a equipe apresentou o projeto para um dos sócios do Grupo SOMA (recrutamento/ trabalho temporário), que gostou da ideia. O Grupo SOMA foi adquirido pelo GP (fundo de investimentos), que também comprou mais duas empresas do ramo. Estas 3 empresas, sob o GP, formaram a <strong>Allis</strong>, especialista em recrutamento / recursos humanos (GP tem 80%).<br />
Neste cenário, o projeto se configura como aposta da Allis em uma ferramenta <em>on-line</em>, que complemente seu portfólio.</p>
<p>O <strong>Indica </strong>é um canal <em>on-line</em> que pretende estimular, organizar e moderar o recrutamento de profissionais no mercado. Pode ser considerado como uma ferramenta que possibilita a criação (e movimentação) de uma rede social com objetivos claros. Ele funciona com base em 3 pilares:<br />
<span style="text-decoration: underline;">Empresa</span>: contratante do serviço Indica;<br />
<span style="text-decoration: underline;">Indicadores</span>: pessoas do mercado que conhecem profissionais que poderiam preencher alguma vaga de emprego (possíveis candidatos);<br />
<span style="text-decoration: underline;">Candidatos</span>: profissionais do mercado disponíveis para contratação (ativos ou passivos).</p>
<p>A ideia principal gira em torno do network ativo dos usuários. Os Indicadores serão os responsáveis por montar uma rede de contatos e configurar um radar que o alertará sobre novas vagas disponíveis, as quais ele poderá indicar para estes contatos. No momento em que um destes candidatos for contratado, o indicador recebe uma recompensa, que varia entre R$ 300 e R$ 2.500.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">. Objetivos do negócio</span><br />
•    Encontrar os melhores candidatos potenciais no menor tempo possível;<br />
•    Trazer tráfego qualificado de todos os públicos;<br />
•    Ser conhecido e usado pelos departamentos de RH das grandes empresas;<br />
•    Ter alto grau de satisfação das empresas para retê-las e gerar mais receita;<br />
•    Ser referência no mercado;<br />
•     Trazer mais equilíbrio e respeito para a relação entre candidato e empresa;<br />
•    Auxiliar os usuários no seu desenvolvimento profissional.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">. Trabalho</span><br />
Usando as partes relevantes da <strong>metodologia Web Logical Chain</strong> para este trabalho, foram envolvidos diferentes tipos de profissionais para o <strong>planejamento </strong>do projeto. Um gerente de projetos e dois consultores de comunicação e TI iniciaram o trabalho de diagnóstico. Um arquiteto de informação com especialização em sistemas, e um consultor de ativação e métricas fecharam o time.</p>
<p>O planejamento foi iniciado com um detalhado diagnóstico, onde as principais diretrizes do sistema foram traçadas, através da definição das demandas de cada um dos públicos: empresa, indicador e candidato.</p>
<p>Todo o cenário e o mercado atual foram estudados também nesta etapa, que aponta o gap existente no mercado atual, onde soluções on-line são fortes em contratação de serviços temporários, e empresas de hunting são reconhecidas por colocação de profissionais de alto escalão no mercado, e que não atendem com uma boa relação custo x benefício a contratação de profissionais de média gerência.</p>
<p>Com esta documentação foram desenhados os processos de interação que serviram como base para a construção da <strong>Arquitetura de Informação</strong> do Indica. Esta etapa materializou o sistema, passando por um bem-sucedido teste de <strong>usabilidade</strong>. Como conseqüência, o <strong>Planejamento de TI</strong> formatou e preparou toda a documentação base para o desenvolvimento do projeto, desde os casos de uso, passando pela análise da arquitetura do sistema, diagrama de fluxo e de dados.</p>
<p>Em decorrência de todo esse planejamento, o plano de ativação apresentou ideias inovadoras de comunicação e o plano de métricas foi pensado de forma detalhada a fim de gerar dados relevantes para a continuidade do projeto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">. Como foi?</span><br />
Partindo de uma ideia original de inovação, com conhecimento de um gap existente no mercado de recrutamento, os criadores do Indica desenharam uma ferramenta em que vagas, em sua maioria de média gerência, sejam fácil e rapidamente preenchidas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">. Benefícios</span><br />
A velocidade da internet e o baixo custo garantem um processo de qualidade mais ágil e rápido para as empresas e para os candidatos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">. Resultado</span><br />
Nos primeiros três meses o projeto atingiu 7 mil Indicadores e cadastrou cerca de 100 empresas. Um processo já foi concluído. Até o final do ano, as previsões são de até 125 mil indicadores e 600 vagas abertas girando mensalmente.<br />
<strong>Fonte</strong>: http://info.abril.com.br/professional/carreira/profissao-quem-indica.shtml?3</p>
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		<title>Novo Portal Web (Internet e Intranet) do MEC com planejamento estratégico de projeto</title>
		<link>http://www.basics.com.br/novo-portal-web-internet-e-intranet-do-mec-com-planejamento-estrategico-de-projeto/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 18:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valeriajureidini</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Consultoria e planejamento web]]></category>

		<category><![CDATA[Metodologia Web Logical Chain]]></category>

		<category><![CDATA[MEC]]></category>

		<category><![CDATA[planejamento estratégico web]]></category>

		<category><![CDATA[planejamento web]]></category>

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		<description><![CDATA[“Mobilizar para educar” foi a conceitualização dada ao novo projeto de Portal Corporativo do MEC, o qual a equipe da Basics, apoiada na Metodologia Web Logical Chain, realizou um trabalho de planejamento estratégico web.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>“Mobilizar para educar” foi a conceitualização dada ao novo projeto de<strong> Portal Corporativo do MEC</strong> (<strong>Intranet </strong>e <strong>Internet</strong>), feito pela equipe da <strong>Basics </strong>em um trabalho de <strong>planejamento </strong>e concepção.</p>
<p>Este planejamento tratou com muita ênfase dos objetivos que o Ministério quer alcançar com o novo projeto, que visa ser um “hub” integrador entre a educação e toda a sociedade brasileira, além de estreitar <strong>relacionamento </strong>de confiança, com este ecossistema, através da <strong>web</strong>.</p>
<p>A base destes objetivos está claramente apoiada no PDE, (Plano de Desenvolvimento da Educação) o qual, a partir de uma visão sistêmica da educação, propõe promover um regime de colaboração, responsabilidade e mobilização social para superar problemas e melhorar o nível de ensino no nosso país.</p>
<p>Com espírito de muita participação e colaboração, a <strong>Basics</strong>, apoiada em sua<strong> metodologia de planejamento, Web Logical Chain</strong>, envolveu diversos perfis de pessoas que compõe este cenário social para tratar do imenso desafio de transformar o <strong>Portal do MEC</strong> em um poderoso instrumento de mobilização em prol da educação.</p>
<p>Mais de 20 profissionais, entre colaboradores do <strong>MEC</strong>, parceiros e fornecedores participaram do processo de planejamento, provendo informações e facilitando o caminho para o desenho ideal de solução.</p>
<p>Foram realizadas entrevistas com aproximadamente 10 grupos de usuários do Portal, entre eles: professores, alunos de diversos graus escolares, pais, escolas, secretarias do MEC, áreas internas do MEC, entre outras entidades governamentais como o próprio ministério, prefeituras e secretarias de educação, ONGs e a imprensa.</p>
<p>Estas entrevistas nos levaram a identificar as principais motivações para o uso do <strong>Portal do MEC</strong> por este público. Esse levantamento rendeu mais de 120 demandas e necessidades apontadas, a grande maioria voltada a: informações sobre a educação, projetos e serviços; possibilidade de estabelecer maior comunicação e relacionamento entre o público e o MEC; prover maior participação da sociedade nos assuntos relacionados à Educação; interação on-line com os serviços disponibilizados.</p>
<p>Para cada demanda identificamos seus processos correspondentes e, para estes, criamos novos processos on-line, o que resultou na estrutura e arquitetura de informação proposta.</p>
<p>Também foi realizada a catalogação dos conteúdos existentes no Portal e todos os novos a serem criados. Cada um teve atribuída uma visão diferenciada dentro do novo contexto - valorização do conteúdo e distribuição descentralizada do mesmo, de acordo com a demanda do usuário.</p>
<p>A materialização do conceito – “Mobilizar para Educar”, ficou marcada na estrutura de conteúdo proposta. A primeira grande mudança do projeto – voltando a navegação para a ótica dos diversos perfis de usuários. Uma navegação onde o usuário possa reconhecer a si próprio dentro do novo modelo, a partir de suas demandas. Foi mudada a visão de estrutura departamental e institucional que o Portal possuía.</p>
<p>Estas alterações causaram impacto e percepção muito positivos em relação ao projeto, pelo menos no que diz respeito à empatia gerada nos habituais usuários. Percepção esta que arriscamos afirmar até que tenhamos as métricas comprobatórias da mudança do comportamento de acessos do portal, condizentes com a visão de resultados desejados.</p>
<p>A 2ª grande mudança, baseada na matriz de solução, foi a nova arquitetura de informação, apoiada nos conceitos que seguem (os quais foram milimetricamente casados com os objetivos): potencialização da busca com visão semântica e de “advisor”, geração de experiência com conteúdo e navegação (áudio/vídeo e estímulo a interação), uso da<strong> web 2.0</strong>, personalização da navegação e do conteúdo de acordo com o interesse do usuário, convergência de conteúdo (ubiqüidade, compartilhamento, sindicância e colaboração), geração de conhecimento de forma gradativa e mobilidade. Tudo isto formando um mosaico da alavancagem em torno do assunto educação, através da <strong>web</strong>.</p>
<p>Esta estratégia sugere uma série de funções sistêmicas, novos conteúdos e uma nova forma de pensar. Para tanto, foi desenhado o faseamento baseado em um processo de <strong>Change Management</strong> do projeto, a ser conduzido pelo próprio <strong>MEC</strong>, que visa a evolução gradativa das implantações, em sintonia com a <strong>governança das iniciativas web</strong>, a fim de alcançar os objetivos de forma consistente.</p>
<p>A dinâmica de projeto descrita acima resume todas as disciplinas tratadas na <strong>metodologia Web Logical Chain</strong>. Sua principal filosofia neste caso específico foi aplicada no entendimento das capacidades da instituição (o <strong>MEC</strong>) e explorar nela todos os benefícios que a internet trás para um organismo que visa mobilização social.</p>
<p>Vamos aguardar agora os resultados e acompanhar a evolução.</p>
<p>Navegue pelo site e veja outros conteúdos e conheça mais cases, e outros formatos de projetos, que a metodologia de <strong>planejamento </strong>de <strong>e.business</strong> e <strong>projetos web da Basics</strong>, a <strong>Web Logical Chain</strong>, pode ajudar a sua empresa a estruturar.</p>
<p>Por fim, a equipe da <strong>Basics </strong>agradece a confiança da <strong>Noix</strong>, empresa vencedora do edital do projeto, que nos convidou a realizar este trabalho.</p>
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